Uma coletânea de textos em que Clarice se mostra de uma maneira diferente: Clarice antes de assinar Clarice Lispector assinava diversos outros pseudônimos nas crônicas que escrevia para os jornais. De um jeito leve e descontraído, Lispector consegue nos cativar a cada novo texto, de modo que o livro é muito leve para ler.

Dizem que o colégio é a melhor época da vida. Peter, a estrela do time de basquete, está preocupado que essa afirmação possa ser verdadeira. Enquanto isso, Eliza não vê a hora de escapar de Seattle, e da reputação que a persegue; e a perfeita — ao menos no papel — Anita se pergunta se a admissão em uma das melhores universidades do país vale realmente o preço de abandonar seus sonhos. Andy, por sua vez, não entende todo o rebuliço em relação à faculdade e carreira — o futuro

Quando você encontra livros espetaculares escritos por escritores maravilhosos, você obrigatoriamente precisa falar do autor. Dany Laferriére é negro, haitiano. De quantos autores haitianos você já ouvir falar? Foi batizado com o mesmo nome do pai, Windsor Klébert Laferrière. O pai de Dany era um politico importante e foi exilado forçosamente quando Dany tinha seis anos e por medo da abrangência da perseguição politica Dany é afastado dos pais e vai viver no interior com a avó. Aos 19 anos ele se torna jornalista e o mesmo regime o persegue

Vamos falar sobre Clarice Lispector e seus contos maravilhosos? A Rocco é uma das editoras, se não A editora, que mais publica obras da Clarice Lispector. E um dia vagando pela livraria acabei achando um livro curtinho de contos da autora, chamado Onde estivestes de noite. É uma edição que me chamou atenção do início ao fim e decidi fazer uma pequena resenha de um dos contos que mais gostei dentro do livro.

Leia Mulheres é um projeto que ainda está no início, engatinhando ainda. Ele começou recentemente: em 2014. A escritora Joanna Walsh criou o projeto/hastag #readwomen2014 (#leiamulheres2014) com a intenção de incentivar a leitura de escritoras que apesar de estarmos no século XXI a circulação de livros escritoras é muito restrita e as mulheres ainda não tem muita visibilidade quanto os homens. Em 2015, Juliana Gomes convidou duas amigas, Juliana Leuenroth e Michelle Henriques para transformarem a ideia de Joanna Walsh em algo presencial, ou seja, em clubes de leituras que

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