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Jordana Barbosa

Gostar de ostras é o terceiro livro do jornalista e escritor Bernardo Ajzenberg. Um romance ambientado em São Paulo e tem como protagonistas, Jorge, um jornalista de 30 anos e que vive uma vida monótona e Marcel e Rachelyne Durcan, um casal de franceses octogenários e mais vivos, dispostos e animados que Jorge. O encontro desses três transforma o que poderia ser uma vida totalmente, digamos, blasé, em algo revigorante para Jorge.

Novembro é o mês da Consciência Negra, e o dia 21 de novembro é o dia Nacional da Consciência Negra em homenagem à Zumbi dos Palmares, um dos maiores lideres do Movimento Negro no Brasil e um dos grandes responsáveis por plantar o sonho da liberdade nos corações do povo negro. E pensando na importância da luta antirracista e pelo direito e reconhecimento do povo negro, decidi fazer uma pequena lista de escritoras negras. É isso aí, hoje vamos de listinha só de mulheres talentosas, intelectuais, militantes, poetas e romancistas.

Fábio Mandingo é um escritor baiano e tem uma importante representação na literatura afro-baiana. Escritor, historiador e professor da rede de ensino municipal, Fábio escreve e descreve a geografia da sua infância e adolescência, fala sobre amizade, dor, violência policial, bebedeiras, puberdade, sexo, amor de uma forma confessional e de testemunho. A relação com os lugares e as pessoas no livro nos deixam confusos em saber quem é Fábio entre os personagens, se é que ele está como personagem ali.

Rupi Kaur é indiana radicada no Canadá. Ele começou a desenhar quando era criança ainda, mas a escrita é um pouco mais recente. Ela nasceu em 1992, sim ela é jovem e começou a escrever poemas aos 19 anos. Praticamente um prodígio. Ela quebra com a ideia de que poesia não poderia ser sobre traumas, abusos e, além disso, ela começou sua jornada na poesia postando no instagram pequenos poemas. Inspirada por feministas, ela tira suas histórias de outras autoras como Virginia Woolf, Anais Nin…

Quando você encontra livros espetaculares escritos por escritores maravilhosos, você obrigatoriamente precisa falar do autor. Dany Laferriére é negro, haitiano. De quantos autores haitianos você já ouvir falar? Foi batizado com o mesmo nome do pai, Windsor Klébert Laferrière. O pai de Dany era um politico importante e foi exilado forçosamente quando Dany tinha seis anos e por medo da abrangência da perseguição politica Dany é afastado dos pais e vai viver no interior com a avó. Aos 19 anos ele se torna jornalista e o mesmo regime o persegue

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