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Jordana Barbosa

Rosa é uma órfã que foi deixada em um convento por um homem misterioso com uma chave em meio aos seus panos, a única pista sobre sua origem. Somos transportados a 1914, inicio da 1ª Guerra Mundial e Rosa cresce isolada do mundo junto às freiras. Depois de quinze anos, ela precisa sair do isolamento e começar uma vida. Fluente em três idiomas e excelente musicista é contratada como preceptora (professora) de Clementina, filha do marquês de Scarfiotti, uma família da aristocracia de Florença. Depois da guerra vem a paz,

Sabe essas promoções da Black Friday que te incentivam a comprar mesmo sem você ter dinheiro? Pois é, foi em um desses dias dos dividendos que adquiri, a preço de banana, um romance. Sempre compro livros pela beleza da capa e pelo título, nem olho quem escreveu e esse me conquistou pelo nome: Sangue no olho. É quando você pensa que vai ler algo parecido com o filme argentino, Relatos Selvagens, dirigido por Damián Szifron, ou seja, puro ódio e explosões de raiva; sabe aquela sede por vingança?

Cam tem dezessete anos e tem câncer. A adolescente encontra sua rebeldia em outra forma, na não crença. Isso mesmo, você leu certo, ela se comporta como uma adolescente rebelde quando se trata em acreditar. Não falo da crença em alguma religião ou algum deus, mas fé na vida, no amor, na amizade. É uma pessimista de marca maior e está à beira da morte. A família de Campbell não aceita o destino programado e estão em uma constante busca por milagres, mas Cam não acredita que algum pode acontecer

Inspirada pelo diário de Anne Frank, Kimberly Brubaker Bradley cria A guerra que salvou minha vida. Ada, uma menina de dez anos (pelo menos ela acha que tem dez anos), nasceu com o pé torto, conhece o mundo pela janela do apartamento, pois nunca saiu de casa, é a narradora deste romance. A história ocorre na Inglaterra, no contexto da Segunda Guerra Mundial, é uma amostra de um olhar infantil e diferenciado sobre a guerra, uma versão da história sangrenta narrada com cores, sons subjetividades, o íntimo de uma criança

Você já leu um livro narrado por uma criança de dez anos? Pois então, Sempre haverá você é esse livro. George é o narrador e nos apresenta família dele que em alguns momentos se parece com a sua família, pode ter certeza. Ele tem um irmãozinho, Theo que é seu grande amor, mas também pode ser o motivo da sua grande irritação. A mãe dos dois é a grande heroína e inspiração dos irmãos.

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