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Laryssa Tavares

As demonstrações de amor podem – e devem – estar nas coisas mais simples da vida. Dividir os dias com outra pessoa é algo muito singelo, e quando verdadeiro, é muito natural. Nessa semana nossas resenhas são especiais para trazer um pouco do clima de dia dos namorados para nossas vidas e nada melhor do que falar sobre as várias coisas boas do amor:

Seth está se afogando. Ele sente as ondas fortes, congelantes, vencendo a batalha que seu corpo inutilmente tenta travar. Há momentos, lapsos de esperança, em que ele ainda pensa ter controle, pensa que pode vencer e remediar o arrependimento que brota dentro de si por ter entrado no mar. Mas esses momentos vão, o mar é muito forte e cheio de vontade e quando menos, ele sente o escuro se aproximar junto a uma certeza: ele morreu.

Chicky é a filha mais nova de uma família bem grande. Ela sempre foi muito séria, confiável e responsável, com cuidados com seus pais e um respeito inegável. Cresceu sob a sombra dessa imagem guiando seus passos para um futuro estável na cidade em que nascera, Stoneybrigde, no oeste da Irlanda. A moça era jovem e trabalhava na fábrica de malhas da cidade, sendo sempre muito elogiada por sua conduta, até que Walter Starr entra na fábrica pedindo por um um cardigã típico irlandês.

Cormoran Strike, o detetive particular e veterano de guerra, condecorado com honra pelos seus serviços, carregando a marca da guerra com sua perna direita amputada, e sendo o grande foco por conseguir solucionar casos que a polícia metropolitana de Londres não conseguiu, tem mais um caso em mãos. Um caso de âmbito particular, algo que pode macular para sempre a visão que as pessoas tem de sua agência e dele como um homem correto. Outra pessoa poderia não se incomodar tanto com isso, Strike na verdade nunca foi muito ligado

Há um tempo atrás vi que a Editora Nemo traria ao Brasil uma porcentagem maior de quadrinhos feitos por mulheres. Essa notícia coincidiu com minha aproximação ao feminismo e estudo do tema. Lembro de mensagens de agradecimentos, de alegria com essa nova abordagem em um mercado que é tão complicado. E lembro também das reclamações sobre a atitude da editora, porque parecia não ser necessário para alguns leitores discutir assuntos do universo feminino, sobretudo pelos relatos de uma mulher, e foi aí que tive uma pequena mostra de porque precisamos

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