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2017

Inspirada pelo diário de Anne Frank, Kimberly Brubaker Bradley cria A guerra que salvou minha vida. Ada, uma menina de dez anos (pelo menos ela acha que tem dez anos), nasceu com o pé torto, conhece o mundo pela janela do apartamento, pois nunca saiu de casa, é a narradora deste romance. A história ocorre na Inglaterra, no contexto da Segunda Guerra Mundial, é uma amostra de um olhar infantil e diferenciado sobre a guerra, uma versão da história sangrenta narrada com cores, sons subjetividades, o íntimo de uma criança

Nos dias que antecederam sua morte, Nel ligou para a irmã. Jules não atendeu o telefone e simplesmente ignorou seu apelo por ajuda. Agora Nel está morta. Dizem que ela se suicidou. E Jules foi obrigada a voltar ao único lugar do qual achou que havia escapado para sempre para cuidar da filha adolescente que a irmã deixou para trás. Mas Jules está com medo. De seu passado há muito enterrado, da velha Casa do Moinho, de saber que Nel jamais teria se jogado para a morte. E, acima de

Chicky é a filha mais nova de uma família bem grande. Ela sempre foi muito séria, confiável e responsável, com cuidados com seus pais e um respeito inegável. Cresceu sob a sombra dessa imagem guiando seus passos para um futuro estável na cidade em que nascera, Stoneybrigde, no oeste da Irlanda. A moça era jovem e trabalhava na fábrica de malhas da cidade, sendo sempre muito elogiada por sua conduta, até que Walter Starr entra na fábrica pedindo por um um cardigã típico irlandês.

Imagine acordar com vida no corpo de um bebê depois de acabar de morrer. Você estaria pronto para viver novamente? Essa é a situação de Harry August, um kalachakra, nome dado a essas pessoas imortais. Tudo parece muito fácil, só que não é bem assim que as coisas funcionam. Harry está morrendo, perto de sua décima primeira morte, quando é abordado por uma garota, que tem as meias pinicando por causa da chuva e traz uma mensagem: o mundo está acabando. E a única pessoa que pode salvá-lo é Harry August.

Quando o agente literário Peter Katz recebe por e-mail um manuscrito parcial intitulado O livro dos espelhos, ele fica intrigado. O autor, Richard Flynn, descreve seus dias em Princeton, e documenta sua relação com Joseph Wieder, um renomado psicólogo, pesquisador e professor. Convencido de que o manuscrito completo vai revelar quem assassinou Wieder em sua casa, em 1987 — um crime noticiado em todos os jornais mas que jamais foi solucionado —, Peter Katz vê aí sua chance de fechar um negócio de um milhão de dólares com uma grande

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