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não ficção

Xinran é uma jornalista chinesa e tem um programa na radio nacional que se chama Palavras na brisa noturna. É o final da Revolução Cultural Chinesa e inicio da politica de reabertura da China, apesar da nova politica, ainda e proibido pensar, fazer ou falar sobre muitas coisas. Ser jornalista nessa época significava ignorar os desejos e fazer a todo tempo propagando do Partido, era obedecer ordens e se comportar como as autoridades determinavam. Um livro de jornalismo literário contando sobre ser mulher na China, mas nos enxergamos em cada

Cunxin é o sexto filho de uma família chinesa pobre, ele tem seis irmãos e seus pais são camponeses. Seus pais se casam no pós-Segunda Guerra Mundial, tempo em que Mao Tsé-tung assume o poder e instaura o comunismo como o sistema governamental da China. Li nasce em uma vila em Quingdao e durante a infância e adolescência experimenta a Revolução Cultural de Mao. Mao ao mesmo tempo que salva Li da miséria e da fome, o engana e engana a toda China. Uma historia real, de uma criança camponesa

Em um momento de tantas reviravoltas no âmbito da política, Ridículo Político se apresenta como uma proposta de reflexão, uma maneira mais simples mas muito séria de encarar esse cenário, a maneira como nós o vemos e uma nova maneira de compreensão. Tiburi é certeira e clara nos conceitos, o que nos garante, além de um novo olhar sobre esse termo, um entendimento amplo.

Durante o Dia de Ação de Graças de 2013 a irmã de Shonda lhe diria 6 palavrinhas que mudariam tudo: “você nunca diz sim pra nada”. Para uma pessoa introvertida como ela, que sempre fica meio isolada em eventos sociais e tem ataques de pânico antes de qualquer entrevista, havia uma vantagem especifica em dizer não: nenhuma novidade a temer. Aquelas seis palavras da irmã a atingiram como um alerta – e como um desafio. Vem saber mais sobre ‘O ano em que disse sim‘:

“Hoje meu marido, Victor, me entregou uma carta informando a morte inesperada de mais um amigo. Talvez você imagine que isso vai me lançar numa espiral de ansiolíticos e músicas da Regina Spektor, mas não. Não vai. Estou de saco cheio da tristeza e não sei qual é o problema do universo, mas pra mim JÁ CHEGA. VOU SER ALUCINADAMENTE FELIZ, SÓ DE RAIVA.” Que loucura é esta? O que está acontecendo? Vem saber mais:

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