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quadrinhos

Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu no meio de uma guerra, além disso, ainda foi obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas, separada de seus amigos e ouvindo em sala de aula coisas que ela sabia que eram mentira. Foi criada por pais que desejam que ela fosse uma mulher livre e emancipada e desde criança apresentava o declínio para a contestação e a ousadia enfrentando desde o regime do Estado às professoras.

Légume é uma história em quadrinho que teve sua publicação possível por meio do apoio das pessoas pela plataforma do Catarse. Falei melhor sobre o financiamento coletivo aqui e aqui, apresentando alguns dos trabalhos que recebi em mãos. A Ju falou sobre o Nina e Tomas, projeto que ela ajudou a financiar aqui. Hoje, falo um pouquinho da história que Michel Ramalho criou.

A jovem Nina enfrenta dificuldades com a começo de sua carreira; prazos apertados, orçamentos pequenos, clientes que não pagam em dia. Sua colega de apartamento está no limite da paciência com os atrasos no aluguel. Um belo dia, Nina recebe uma visita tão inesperada quanto sobrenatural. Conciliar um novo mundo a ser descoberto com as dívidas e obrigações do velho mundo vai ser o maior desafio que Nina já enfrentou! Para sua sorte, daqui pra frente ela jamais estará sozinha.

Neil Gaiman é autor de um monte de livros, e apesar de ter um estilo muito próprio, se aventura em diversos gêneros com maestria. A HQ O Livro do Cemitério é o primeiro volume da adaptação do livro homônimo do autor, de fantasia juvenil. A HQ foi encabeçada por P. Craig Russell, que já trabalhou com Gaiman em Sandman e ilustrações para Coraline, e conta com ilustrações de outros artistas: Kevin Nowlan, Tony Harris, Scott Hampton, Galen Showman, Jill Thompson e Stephen B. Scott.

Tem coisas na vida que acontecem conosco que só rindo mesmo, não é? Temos nossos dramas e tragédias pessoais, coisas muitas vezes pequenas, mas que tomam uma proporção gigantesca quando não sabemos lidar. Em algumas das situações, nós imaginamos ser as únicas pessoas a passar por aquilo, somos os únicos seres desafortunados a passar por crises, tristezas e inseguranças do dia-a-dia. Mas o que acontece, na maior parte das vezes, é que somos um grão de areia nesse mar de pessoas perdidas na vida adulta, e Sarah Andersen nos mostra

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