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Ane Karoline

  • Inresenha

    Mas tem que ser mesmo para sempre?, Sophie Kinsella

    Na mesma onda carismática e divertida de sempre, Sophie Kinsella conduz a narrativa em “Mas tem mesmo que ser para sempre?”  de forma a envolver o leitor no mais inesperado dos dilemas: um casal que se ama teme o longo futuro que os espera juntos. Assim, para evitar o tédio que, segundo eles, os acometeria em uma vida tão longa juntos, eles decidem que vão surpreender um ao outro com frequência, mas não sabem que, então, encontrarão verdadeiros dilemas.

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  • In2015, Companhia das Letras, resenha

    Como ser feliz (ou, no mínimo, menos triste), Lee Crutchley

    O mês de Setembro acabou, mas a campanha por saúde mental deve permanecer sempre de pé. Neste clima, o livro Como ser Feliz (ou, no mínimo, menos triste) é um livro excelente. Com perguntas divertidas e instruções surpreendentes,  ajuda os leitores a verem a vida com novos olhos e redescobrir os prazeres simples que trazem alegria.

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  • InGrupo Editorial Record, não ficção, resenha

    O pior dos crimes, Rogério Pagnan

    A história completa do assassinato que chocou o Brasil Construído em ritmo de thriller, O pior dos crimes esmiúça o trágico caso que conseguiu estarrecer a opinião pública de um país rotineiramente violento. Em 29 de março de 2008, Isabella Nardoni, de 5 anos, foi atirada ainda com vida pela janela do sexto andar do apartamento do pai, Alexandre Nardoni, e da madrasta, Anna Carolina Jatobá, na zona norte da capital paulista, e morreu pouco depois de chegar ao hospital.

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  • In2018, resenha

    Feminismo em comum, Marcia Tiburi

    Com este livro, Marcia Tiburi nos convida a repensar essas estruturas e a levar o feminismo muito a sério, para além de modismos e discursos prontos. Espera-se que, ao criticar e repensar o movimento, com linguagem acessível tanto a iniciantes quanto aos mais entendidos do assunto, Feminismo em comum seja capaz de melhorar nosso modo de ver e de inventar a vida.

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  • In2017, ficção, Grupo Editorial Record, resenha

    Uma estranha em casa, Shari Lapena

    Uma vida da qual você não se lembra. Um passado do qual você não consegue escapar.
    Karen Krupp acorda no hospital, sem ter a menor ideia de como foi parar nele. Tom, seu marido, diz que a porta estava destrancada quando ele entrou em casa, as luzes acesas, e que a esposa provavelmente saiu às pressas quando estava preparando o jantar, pelo que ele viu na cozinha.

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  • In2018

    Carta a D.: história de um amor, André Gorz

    Um dos principais filósofos do pós-guerra francês, André Gorz escreveu inúmeros livros influentes, mas nenhuma de suas obras será tão amplamente lida e lembrada quanto esta carta simples e bela a Dorine, mulher ao lado de quem passou a vida e que havia anos sofria de uma doença degenerativa incurável. Na carta, Gorz rememora a história de amor e militância do casal, assim como a trajetória intelectual que percorreram juntos e que se confunde com a própria história da Europa após a Segunda Guerra Mundial, passando pelo Maio de 68 em Paris até chegar ao início do século XXI.
    Em 2007, um ano após a publicação de Carta a D., um bilhete encontrado na casa onde moravam fez as vezes de pós-escrito à narrativa: André e Dorine tiraram a própria vida juntos, numa comovente renúncia a viver sozinhos. Uma das declarações de amor mais conhecidas de nosso tempo, este livro é também uma afirmação emocionante de companheirismo entre duas pessoas apaixonadas.

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  • In2018, Companhia das Letras

    Aos dezessete anos, Ava Dellaira

    Quando tinha dezessete anos, Marilyn viveu um amor intenso, mas acabou seguindo seu próprio caminho e criando a filha sozinha. Angie, por sua vez, é mestiça e sempre quis saber mais sobre a família do pai e sua ascendência negra, mas tudo o que sua mãe contou foi que ele morreu num acidente de carro antes de ela nascer. Quando Angie descobre indícios de que seu pai poderia estar vivo, ela viaja para Los Angeles atrás de seu paradeiro, acompanhada de seu ex-namorado, Sam. Nessa busca, Angie vai descobrir mais sobre sua mãe, sobre o que aconteceu com seu pai e, principalmente, sobre si mesma.

    Aos dezessete anos é um romance de ficção norte americana, é um livro que engloba muitos tópicos necessários de serem discutidos na atualidade, tudo de uma forma leve e natural. A narrativa passeia entre relações familiares (sobretudo entre mãe e filha), levanta uma discussão sobre racismo e, com profundidade, discute o autodescobrimento no processo de crescimento pessoal.

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