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Companhia das Letras

  • In2015, Companhia das Letras, resenha

    Como ser feliz (ou, no mínimo, menos triste), Lee Crutchley

    O mês de Setembro acabou, mas a campanha por saúde mental deve permanecer sempre de pé. Neste clima, o livro Como ser Feliz (ou, no mínimo, menos triste) é um livro excelente. Com perguntas divertidas e instruções surpreendentes,  ajuda os leitores a verem a vida com novos olhos e redescobrir os prazeres simples que trazem alegria.

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  • In2018, Companhia das Letras

    Aos dezessete anos, Ava Dellaira

    Quando tinha dezessete anos, Marilyn viveu um amor intenso, mas acabou seguindo seu próprio caminho e criando a filha sozinha. Angie, por sua vez, é mestiça e sempre quis saber mais sobre a família do pai e sua ascendência negra, mas tudo o que sua mãe contou foi que ele morreu num acidente de carro antes de ela nascer. Quando Angie descobre indícios de que seu pai poderia estar vivo, ela viaja para Los Angeles atrás de seu paradeiro, acompanhada de seu ex-namorado, Sam. Nessa busca, Angie vai descobrir mais sobre sua mãe, sobre o que aconteceu com seu pai e, principalmente, sobre si mesma.

    Aos dezessete anos é um romance de ficção norte americana, é um livro que engloba muitos tópicos necessários de serem discutidos na atualidade, tudo de uma forma leve e natural. A narrativa passeia entre relações familiares (sobretudo entre mãe e filha), levanta uma discussão sobre racismo e, com profundidade, discute o autodescobrimento no processo de crescimento pessoal.

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  • Inbiografia, Companhia das Letras, Companhia das Letras, filme, jovens, quadrinhos, resenha

    Persépolis, Marjane Satrapi

    Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu no meio de uma guerra, além disso, ainda foi obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas, separada de seus amigos e ouvindo em sala de aula coisas que ela sabia que eram mentira. Foi criada por pais que desejam que ela fosse uma mulher livre e emancipada e desde criança apresentava o declínio para a contestação e a ousadia enfrentando desde o regime do Estado às professoras.

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  • InCompanhia das Letras, drama, não ficção, resenha

    As boas mulheres da China, Xinran

    Xinran é uma jornalista chinesa e tem um programa na radio nacional que se chama Palavras na brisa noturna. É o final da Revolução Cultural Chinesa e inicio da politica de reabertura da China, apesar da nova politica, ainda e proibido pensar, fazer ou falar sobre muitas coisas. Ser jornalista nessa época significava ignorar os desejos e fazer a todo tempo propagando do Partido, era obedecer ordens e se comportar como as autoridades determinavam. Um livro de jornalismo literário contando sobre ser mulher na China, mas nos enxergamos em cada palavra dessas mulheres orientais.

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  • In2017, Companhia das Letras, resenha, romance

    Hibisco Roxo, Chimamanda Ngozi Adichie

    Kambili é uma garota que faz parte de uma família bem sucedida, eles parecem perfeitos para a sociedade nigeriana da época, eles se envolvem em grandes cultos religiosos, doam as coisas aos mais necessitados, parecem pessoas que vivem em perfeita união, mas por trás disso tudo não passam de uma família quebrada e arruinada por conta de Eugene, pai de Kambili, a personagem principal desta história. Venha conhecer mais sobre Hibisco Roxo, um dos romances da escritora contemporânea Chimamanda Ngozi Adichie.

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